Falta pouco para o dia 31, o dia em que o Brasil vai escolher o rosto que vai representar o país nos próximos 4 anos. Alguns clamam pela esquerda, outros pela direita, uns pela mudança e outros pela continuidade. Meu papel aqui não é defender X ou Y, mas afirmo que não me sinto feliz com a situação atual e espero, sim, uma mudança. (…)
Não é de hoje que coleciono histórias trágicas sobre empresas cujo tratamento ao usuário beira o ridículo. Também não é de hoje que as empresas de telecomunicações (telefonia fixa/móvel e internet) me trazem dores de cabeça. Essas experiências servem apenas para reforçar aquilo que eu sinto pelas marcas presentes no meu dia a dia e, como sempre, sinto-me na obrigação de dividir essa experiência de marca com aqueles que tenho contato. Essa é mais um frustrante caso que ilustra muito bem o quanto uma empresa desorganizada pode afetar a vida dos seus clientes. (…)
No final de 2009 recebi, com tristeza, a notícia de que em 2010 algumas marcas de bancos sumiriam, incluindo a do Banco Real, do qual sou correntista.
O Banco Real tem o seu carisma. Não apenas por ser um dos primeiros bancos a enfatizar a sustentabilidade em seus serviços, mas também por trazer algumas facilidades interessantes para o dia a dia dos seus clientes. Todo esse carisma pôde ser um entrave na fusão com o Santander. (…)
Talvez por culpa dos caminhos que minha carreira tomou comecei a observar mais o mercado de ensino superior paulistano com um pouco mais de atenção. Nos últimos anos tenho visto muita coisa, as estratégias que as instituições seguem, suas campanhas de marketing, as fusões, as pisadas na bola. O mercado tem mudado radicalmente e, hoje, saiu no jornal Valor uma análise de um panorama que já estava sendo desenhado há algum tempo. (…)