Nas próximas linhas vou explanar um pouco sobre um dos assuntos que mais gosto. Na verdade não é apenas um assunto, mas sim um conjunto deles, que remetem ao maior conhecimento sobre as pessoas e sobre o que podemos chamar de “perfeição”. Não tenho pretensão de explicar nada, nem ao menos fazer descobertas; penso apenas em pontuar alguns marcos que podem ser pontos de partida para quem se interessar.
Talvez tenha começado o interesse por esses assuntos justamente pela minha formação de designer gráfico. É complicado convencer as pessoas que o conceito de projeto perfeito (em relação à função à que ele se propõe) não quer dizer projeto bonito. A beleza é uma coisa muito relativa e suscetível aos gostos pessoais de cada um. (…)
O Programa Nacional de Direitos Humanos, apresentado faz pouco tempo, tem gerado uma série de protestos em diversas esferas, por todo país. E não é à toa. Mesmo com uma série de itens pertinentes, há ainda alguns pontos um tanto insensatos.
Não vou entrar em discussões do que é ou não certo. Não vou apoiar invasões agrárias nem a liberdade de imprensa. Vou me ater a uma questão que, na minha opinião, chega a ser irônica: a proibição de objetos ou símbolos religiosos em estabelecimentos públicos. (…)
Alguns de vocês já devem ter percebido que eu sou uma pessoa que gosta de ler e, principalmente, escrever. Eu confesso, acho a escrita uma arte fascinante. Talvez por não conseguir me expressar bem com a fala, talvez por poder usar um vocabulário mais interessante, talvez por poder selecionar mais o público ou até mesmo [...]
Nos últimos tempos vi coisas e passei por situações que me deixaram muito confuso quanto ao rumo que tudo tomará. O branding, assim como o design, a comunicação, etc, são baseados nas pessoas e no que elas pensam. Sempre fui interessado em conhecer um pouco mais delas e conhecer um pouco mais dos elementos que [...]
Nos últimos dias estava discutindo com algumas amigas a respeito da importância da cultura geral. Para nós, profissionais de design e comunicação em geral, é de suma importância conhecer um pouco de tudo e é desejável ter alguma base mais sólida em alguns pilares.
Estávamos todos procurando fora de nós mesmos as peças que faltavam e estávamos todos procurando no lugar errado. Em vez de encontrarmos a nós mesmos, tínhamos perdido o sentido de nossos egos. (…) As respostas só poderiam ser encontradas interiormente.
O risco é o que move o mundo. Tudo o que fazemos é baseado em risco e só seguimos em frente porque acreditamos que as coisas darão certo.