Ontem eu li no jornal O Estado de São Paulo um artigo (definido como “entrevista” pelo próprio jornal) que me deixou um tanto frustrado em relação ao futuro da internet, das informações e da inovação como um todo. O texto de Alexandre Rodrigues relata as idéias e constatações do advogado Luis Fernando Matos Jr. sobre a necessidade da cobrança pelas notícias para poder remunerar os jornalistas. (leia mais)
Nos últimos meses me ocorreu uma grande preocupação com o andamento do meu trabalho de conclusão do MBA. Além de não ter iniciado, ainda não havia definido o tema exato a ser estudado. Não tardou muito para eu perceber os rumos que meus interesses e estudos me levavam e, então, cheguei a um tema que me parece promissor: o uso do branding pessoal no cotidiano. (…)
Nas próximas linhas vou explanar um pouco sobre um dos assuntos que mais gosto. Na verdade não é apenas um assunto, mas sim um conjunto deles, que remetem ao maior conhecimento sobre as pessoas e sobre o que podemos chamar de “perfeição”. Não tenho pretensão de explicar nada, nem ao menos fazer descobertas; penso apenas em pontuar alguns marcos que podem ser pontos de partida para quem se interessar.
Talvez tenha começado o interesse por esses assuntos justamente pela minha formação de designer gráfico. É complicado convencer as pessoas que o conceito de projeto perfeito (em relação à função à que ele se propõe) não quer dizer projeto bonito. A beleza é uma coisa muito relativa e suscetível aos gostos pessoais de cada um. (…)
A nova década se inicia com uma nova dica de livro. Comprei-o no último dia de 2009 e não consegui ler muita coisa, mas já percebi o quão fascinante ele é.
No livro ‘A expressão das emoções no homem e nos animais’, Charles Darwin estuda o comportamento humano e traça um paralelo ao comportamento dos animais, dando uma explicação através da biologia para um enigma que muitas vezes julgávamos ser explicados pela psicologia. (…)
O mercado está muito aquecido, trazendo muito trabalho e me obrigando a deixar meus textos pessoais um pouco de lado. Contudo, continuei observando as coisas e pensando em assuntos interessantes para abordar aqui, mesmo que sem ter escrito uma única linha.
Após as aulas de Gestão de Pessoas, no MBA, comecei a reparar um pouco mais no meu comportamento e no modo que reajo às mais variadas situações. Descobri que sou um pouco mais anti-social do que eu achava que era. Percebi isso no sábado e estava relendo alguns textos da aula para confirmar. (…)
Alguns de vocês já devem ter percebido que eu sou uma pessoa que gosta de ler e, principalmente, escrever. Eu confesso, acho a escrita uma arte fascinante. Talvez por não conseguir me expressar bem com a fala, talvez por poder usar um vocabulário mais interessante, talvez por poder selecionar mais o público ou até mesmo [...]
Alguns livros são injustamente esquecidos; nenhum livro é injustamente relembrado (W. H. Auden)
Estávamos todos procurando fora de nós mesmos as peças que faltavam e estávamos todos procurando no lugar errado. Em vez de encontrarmos a nós mesmos, tínhamos perdido o sentido de nossos egos. (…) As respostas só poderiam ser encontradas interiormente.
Hoje participei de um curso um tanto inusitado. Enquanto a maioria das pessoas que eu conheço faz cursos de idiomas ou de softwares, eu procurava um curso de Fisiognomia.
Ok, admito que do modo que falei não expliquei muita coisa, mas vou tentar me redimir desta falha nas linhas a seguir: Fisiognomia, ou simplesmente “leitura facial”, é uma técnica de interpretação de traços do rosto onde você pode identificar diversas características da personalidade e, até mesmo, da história da pessoa.