Ontem eu li no jornal O Estado de São Paulo um artigo (definido como “entrevista” pelo próprio jornal) que me deixou um tanto frustrado em relação ao futuro da internet, das informações e da inovação como um todo. O texto de Alexandre Rodrigues relata as idéias e constatações do advogado Luis Fernando Matos Jr. sobre a necessidade da cobrança pelas notícias para poder remunerar os jornalistas. (leia mais)
A cada quatro anos o povo brasileiro tem a oportunidade de demonstrar toda sua paixão pelo país, em um ímpeto patriótico capaz de decidir sua situação nos próximos quatro anos. Estou falando das eleições. Contudo, ano de eleição também é ano de Copa e brasileiro prefere ser “hexa” a ter uma vida melhor, então o assunto tratado nesse texto será a verdadeira paixão nacional: a Copa do Mundo.
Quando o ano começou, no calendário brasileiro – após o carnaval –, o assunto já era a Copa. Essa febre foi aumentando à medida que a data se aproximava. As lojas preparavam seus estoques de televisões, cerveja, petiscos e todo o tipo de bugiganga verde e amarela que você possa imaginar. Palavras africanas entraram no dicionário oficial brasileiro, rebatizando cornetas e bolas para vuvuzelas e jabulanis. A imprensa deixou de lado a Dilma e o Serra para responder a pergunta que realmente importava: quem serão os convocados? O Brasil parou.
Já não é mais novidade, quando o assunto é internet (ou sites) a bola da vez é o SEO. Para quem nunca ouviu falar nisso, SEO é o famoso Search Engine Optimization, ou a otimização para motores de busca. Em um mundo onde a página inicial da maioria das pessoas é o Google, essa técnica se torna interessante para a divulgação de qualquer site.
Por se tratar de um assunto relativamente novo e fácil de ser entendido através de pesquisas pessoais, surgiu um enxame de empresas e profissionais liberais que se auto-intitulam especialistas no assunto, entre eles, muitas pessoas que não fizeram a lição de casa.
A graça na coisa toda é analisar algumas das “empresas de SEO” que aparecem nos anúncios do Google. Acabei enumerando os principais erros dessas empresas, que denunciam seu amadorismo e a falta de eficiência dos seus serviços.
Enquanto o Brasil se esbaldava no carnaval eu optava por programas mais tranqüilos, incluindo uma leitura que, de tão boa, me sinto obrigado a recomendar aqui.
No livro ‘Down and out in the Magic Kingdom’ (No fundo do poço no Reino Encantado), Cory Doctorow sugere um futuro fictício, onde a evolução do homem o levou à cura da morte e à subsistência da raça humana, dispensando a necessidade de trabalhar e aposentando o bom e velho sistema monetário (capitalismo) por um sistema onde a estima e o respeito das pessoas era mensurado e se tornava uma moeda de troca, os whuffies. (…)
HAMLET: Ah! Ah! És honesta?
OFÉLIA: Como assim, príncipe?
HAMLET: És bela?
OFÉLIA: Que quer dizer Vossa Alteza com isso?
HAMLET: É que se fores, a um tempo, honesta e bela, não deves admitir intimidade entre a tua honestidade e a tua beleza. (…)
Nos últimos meses me ocorreu uma grande preocupação com o andamento do meu trabalho de conclusão do MBA. Além de não ter iniciado, ainda não havia definido o tema exato a ser estudado. Não tardou muito para eu perceber os rumos que meus interesses e estudos me levavam e, então, cheguei a um tema que me parece promissor: o uso do branding pessoal no cotidiano. (…)
No final de 2009 recebi, com tristeza, a notícia de que em 2010 algumas marcas de bancos sumiriam, incluindo a do Banco Real, do qual sou correntista.
O Banco Real tem o seu carisma. Não apenas por ser um dos primeiros bancos a enfatizar a sustentabilidade em seus serviços, mas também por trazer algumas facilidades interessantes para o dia a dia dos seus clientes. Todo esse carisma pôde ser um entrave na fusão com o Santander. (…)
Talvez por culpa dos caminhos que minha carreira tomou comecei a observar mais o mercado de ensino superior paulistano com um pouco mais de atenção. Nos últimos anos tenho visto muita coisa, as estratégias que as instituições seguem, suas campanhas de marketing, as fusões, as pisadas na bola. O mercado tem mudado radicalmente e, hoje, saiu no jornal Valor uma análise de um panorama que já estava sendo desenhado há algum tempo. (…)
Nas próximas linhas vou explanar um pouco sobre um dos assuntos que mais gosto. Na verdade não é apenas um assunto, mas sim um conjunto deles, que remetem ao maior conhecimento sobre as pessoas e sobre o que podemos chamar de “perfeição”. Não tenho pretensão de explicar nada, nem ao menos fazer descobertas; penso apenas em pontuar alguns marcos que podem ser pontos de partida para quem se interessar.
Talvez tenha começado o interesse por esses assuntos justamente pela minha formação de designer gráfico. É complicado convencer as pessoas que o conceito de projeto perfeito (em relação à função à que ele se propõe) não quer dizer projeto bonito. A beleza é uma coisa muito relativa e suscetível aos gostos pessoais de cada um. (…)
O Programa Nacional de Direitos Humanos, apresentado faz pouco tempo, tem gerado uma série de protestos em diversas esferas, por todo país. E não é à toa. Mesmo com uma série de itens pertinentes, há ainda alguns pontos um tanto insensatos.
Não vou entrar em discussões do que é ou não certo. Não vou apoiar invasões agrárias nem a liberdade de imprensa. Vou me ater a uma questão que, na minha opinião, chega a ser irônica: a proibição de objetos ou símbolos religiosos em estabelecimentos públicos. (…)
A nova década se inicia com uma nova dica de livro. Comprei-o no último dia de 2009 e não consegui ler muita coisa, mas já percebi o quão fascinante ele é.
No livro ‘A expressão das emoções no homem e nos animais’, Charles Darwin estuda o comportamento humano e traça um paralelo ao comportamento dos animais, dando uma explicação através da biologia para um enigma que muitas vezes julgávamos ser explicados pela psicologia. (…)
Mais um ano está acabando e um novo ano começará. Mais uma etapa de nossas vidas é deixada para trás e vivemos uma nova esperança de futuro.
É o momento de refletirmos sobre tudo o que passou e redefinirmos nosso destino e nossa própria pessoa. Ver aonde erramos e aonde acertamos, ver quais foram nossas vitórias e nossas derrotas, ver quais objetivos foram alcançados e o quão distantes ainda estamos de alcançá-los, ver o caminho que percorremos e, finalmente, ver se é isso mesmo que queremos da vida. (…)