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Design, branding e marketing disfarçados de outros assuntos

Justificativa social para o branding pessoal

Muito se fala sobre marketing pessoal, que é uma maneira de você conseguir passar sua imagem para as outras pessoas. Você pode passar uma imagem mais confiante, mas eficiente, mais ágil, ou qualquer outro predicado que você quiser. O marketing pessoal é o queridinho dos departamentos de RH e dos livros de auto-ajuda.

O único problema do marketing pessoal é que ele atua principalmente nos primeiros contatos com as pessoas. Se você estiver tentando passar uma imagem diferente da realidade corre o risco de ser descoberto na medida em que as pessoas passam a te conhecer mais. Uma das soluções encontradas é usar os princípios do branding em sua própria vida, tanto particular como profissional.

Claro que muitas pessoas acham que tudo isso é inútil. Acham que não devem satisfação de sua vida para ninguém. Mas não é bem assim que a sociedade funciona.

Independentemente do quanto você se expõe, ou das coisas que você faz, você é julgado pelas pessoas à sua volta. As pessoas observam umas às outras, para estabelecer níveis de confiança e de afinidade, que se tornam a base para as relações sociais.

Quando falamos de relações sociais, estamos falando de uma coisa da qual não podemos fugir. Segundo Aristóteles, um dos precursores dos estudos da sociologia, o homem nasce para viver em sociedade.

Mas como ser julgado positivamente pelas pessoas a nossa volta? As pessoas podem tomar atitudes mais extremistas, criando uma realidade utópica, na qual viverão livres de quaisquer pecados. Pelo menos esse era o princípio pregado pelo Santo Agostinho, na idade média, em seu livro ‘A cidade de Deus’. Essa obra era nitidamente baseada em uma perspectiva religiosa bem acentuada e acreditava que as pessoas seriam capazes de viver corretamente, sem pecados, a partir de uma simples decisão.

Há de ser mais realista quando traçamos nossos planos de vida.

No século XIX, Émile Durkheim começou a tratar a sociologia como uma ciência e começou a formular suas primeiras orientações para o estudo dos fatos sociais. Fatos sociais são, segundo Durkheim, os modos de pensar, sentir e agir de um grupo social.

Ou seja, vivemos em uma sociedade onde, por mais que cada um tenha sua própria personalidade, idéias e sentimentos, todos seguem princípios comuns, que norteiam todos os julgamentos que fazemos. Esses princípios variam de acordo com a cultura local, ou da época em que está situada.

Após toda essa introdução sociológica, podemos concluir que a sociedade nos impõe valores que são considerados “verdades universais”, pelos quais devemos guiar nossos atos para sermos aceitos, como pessoas de boa índole, pelos outros.

Quando aplicamos os conceitos de branding em nossas vidas, estamos alinhando as idéias que temos, as coisas que falamos, com nossos atos e as escolhas que fazemos. Não consiste apenas em passar uma imagem, mas em criar uma imagem ideal e, efetivamente, se tornar ela.

É, portanto, importante que tenhamos uma imagem nítida do mundo que nos rodeia, para podermos extrair dele os valores aceitos pelo coletivo. Talvez a primeira pergunta deva ser feita para nós mesmos: “como eu gostaria que as pessoas a minha volta fossem?”

Provavelmente os primeiros adjetivos surjam nesse momento. Honestos, fiéis, éticos… uma infinidade deles aparecerão. Precisará analisar um a um para ver quais deles podem ser variáveis e quais são unanimidades na sociedade.

Esse é o primeiro passo para construir sua imagem e para ter uma visão mais fria sobre a pessoa que você é hoje em dia.

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  1. Que legal nunca tinha me feito essa pergunta, vou analisar e ver os resultados, eu sempre me perguntei “Como eu quero ser?” E por sorte é algo bem similar ao que querem de mim, o que tem me ajudado em muito, mas pensar puramente no corpo de outra pessoa, outras ideias outra vida me observando nunca tinha me passado pela cabeça, apenas com uma pessoa ou outra em especial e em um dia ou outro e logo as ideias se acabavam nada muito completo com um grupo inteiro, agora irei aprimorar essa técnica e seguir em frente um pouco melhor do que quando comecei a ler o texto! Brigadão.

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