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Design, branding e marketing disfarçados de outros assuntos

SEO, o branding para buscadores

No último dia 20 de julho lancei oficialmente o site da Gimimo, uma consultoria de branding e design que, graças à parcerias de vários profissionais gabaritados, é capaz de oferecer diversos tipos de serviços na área de comunicação e gestão. Não estou escrevendo aqui para fazer propaganda desse novo empreendimento, mas sim para analisar fatos que me fizeram abrir os olhos: Com três semanas de vida e sem divulgação o site já alcançou alguns resultados que considero surpreendentes (…)

Experiência de Marca: Positivo Informática

Por longos anos da minha vida, sempre que eu precisava de um computador eu o montava. Comprava cada peça separadamente cuidando com o máximo esmero possível para conseguir a melhor combinação entre preço e desempenho. Olhava o chipset da placa mãe, a semana de fabricação do processador, os chips usados nas memórias, enfim, tudo para otimizá-lo ao máximo. Infelizmente, todo esse trabalho é inviável para a minha vida atual.

Em setembro de 2010, estava prestes a montar meu escritório e vi a necessidade de comprar um segundo computador. Pesquisei por preços e configurações de diversas marcas, tanto desktops como laptops até que cheguei em um resultado que me pareceu interessante: Um notebook da Positivo Informática com uma ótima configuração e um preço muito abaixo da média. Quando a esmola é demais o santo desconfia, mas dei um voto de confiança na indústria nacional.

O que esperar do próximo presidente? Carros, transporte e petróleo

Falta pouco para o dia 31, o dia em que o Brasil vai escolher o rosto que vai representar o país nos próximos 4 anos. Alguns clamam pela esquerda, outros pela direita, uns pela mudança e outros pela continuidade. Meu papel aqui não é defender X ou Y, mas afirmo que não me sinto feliz com a situação atual e espero, sim, uma mudança. (…)

Experiência de Marca: TVA/aJato (Telefonica)

Não é de hoje que coleciono histórias trágicas sobre empresas cujo tratamento ao usuário beira o ridículo. Também não é de hoje que as empresas de telecomunicações (telefonia fixa/móvel e internet) me trazem dores de cabeça. Essas experiências servem apenas para reforçar aquilo que eu sinto pelas marcas presentes no meu dia a dia e, como sempre, sinto-me na obrigação de dividir essa experiência de marca com aqueles que tenho contato. Essa é mais um frustrante caso que ilustra muito bem o quanto uma empresa desorganizada pode afetar a vida dos seus clientes. (…)

Partilhando

Você pretende que uma pessoa se ligue definitivamente a um só objeto de paixão, como se fosse o único existente? Depois disso renunciar ao mundo, ficar cego para todas as outras formosuras? Bela coisa, sem dúvida, uma pessoa em plena juventude enterrar-se para sempre na cova de uma sedução, morto para todas as belezas do mundo em forma de mulher. (…)

Notícias, internet e remuneração – na contramão da evolução

Ontem eu li no jornal O Estado de São Paulo um artigo (definido como “entrevista” pelo próprio jornal) que me deixou um tanto frustrado em relação ao futuro da internet, das informações e da inovação como um todo. O texto de Alexandre Rodrigues relata as idéias e constatações do advogado Luis Fernando Matos Jr. sobre a necessidade da cobrança pelas notícias para poder remunerar os jornalistas. (leia mais)

Comportamento na Copa do Mundo – Um resumo de 2010

A cada quatro anos o povo brasileiro tem a oportunidade de demonstrar toda sua paixão pelo país, em um ímpeto patriótico capaz de decidir sua situação nos próximos quatro anos. Estou falando das eleições. Contudo, ano de eleição também é ano de Copa e brasileiro prefere ser “hexa” a ter uma vida melhor, então o assunto tratado nesse texto será a verdadeira paixão nacional: a Copa do Mundo.

Quando o ano começou, no calendário brasileiro – após o carnaval –, o assunto já era a Copa. Essa febre foi aumentando à medida que a data se aproximava. As lojas preparavam seus estoques de televisões, cerveja, petiscos e todo o tipo de bugiganga verde e amarela que você possa imaginar. Palavras africanas entraram no dicionário oficial brasileiro, rebatizando cornetas e bolas para vuvuzelas e jabulanis. A imprensa deixou de lado a Dilma e o Serra para responder a pergunta que realmente importava: quem serão os convocados? O Brasil parou.

Os 10 erros mais comuns das empresas de SEO

Já não é mais novidade, quando o assunto é internet (ou sites) a bola da vez é o SEO. Para quem nunca ouviu falar nisso, SEO é o famoso Search Engine Optimization, ou a otimização para motores de busca. Em um mundo onde a página inicial da maioria das pessoas é o Google, essa técnica se torna interessante para a divulgação de qualquer site.

Por se tratar de um assunto relativamente novo e fácil de ser entendido através de pesquisas pessoais, surgiu um enxame de empresas e profissionais liberais que se auto-intitulam especialistas no assunto, entre eles, muitas pessoas que não fizeram a lição de casa.

A graça na coisa toda é analisar algumas das “empresas de SEO” que aparecem nos anúncios do Google. Acabei enumerando os principais erros dessas empresas, que denunciam seu amadorismo e a falta de eficiência dos seus serviços.

Dica de livro #3

Enquanto o Brasil se esbaldava no carnaval eu optava por programas mais tranqüilos, incluindo uma leitura que, de tão boa, me sinto obrigado a recomendar aqui.

No livro ‘Down and out in the Magic Kingdom’ (No fundo do poço no Reino Encantado), Cory Doctorow sugere um futuro fictício, onde a evolução do homem o levou à cura da morte e à subsistência da raça humana, dispensando a necessidade de trabalhar e aposentando o bom e velho sistema monetário (capitalismo) por um sistema onde a estima e o respeito das pessoas era mensurado e se tornava uma moeda de troca, os whuffies. (…)

Comportamento, por Shakespeare

HAMLET: Ah! Ah! És honesta?
OFÉLIA: Como assim, príncipe?
HAMLET: És bela?
OFÉLIA: Que quer dizer Vossa Alteza com isso?
HAMLET: É que se fores, a um tempo, honesta e bela, não deves admitir intimidade entre a tua honestidade e a tua beleza. (…)

Metodologias literárias

Nos últimos meses me ocorreu uma grande preocupação com o andamento do meu trabalho de conclusão do MBA. Além de não ter iniciado, ainda não havia definido o tema exato a ser estudado. Não tardou muito para eu perceber os rumos que meus interesses e estudos me levavam e, então, cheguei a um tema que me parece promissor: o uso do branding pessoal no cotidiano. (…)

Como matar uma marca

No final de 2009 recebi, com tristeza, a notícia de que em 2010 algumas marcas de bancos sumiriam, incluindo a do Banco Real, do qual sou correntista.

O Banco Real tem o seu carisma. Não apenas por ser um dos primeiros bancos a enfatizar a sustentabilidade em seus serviços, mas também por trazer algumas facilidades interessantes para o dia a dia dos seus clientes. Todo esse carisma pôde ser um entrave na fusão com o Santander. (…)